Vale o que vale
Olá,
Peço desculpa por quem me acompanha (se realmente exista alguém que o faça, duvido...) neste "bebé" blog pela ausência prolongada, pois pelos motivos académicos não conseguia disponibilizar o meu já escasso tempo para vir aqui escrever o que vai na minha cabeça. Mas isto não quer dizer que não tenha temas para partilhar aqui, antes pelo contrário, muitas situações e muitos thoughts.
Directo ao assunto, vale o que vale é o título que escolhi para o diário de hoje, e para falar sobre o que vale, queria especificamente focar nalguns assuntos, que entretanto não vão ser tão específicos quanto isso, não tenho intenção chatear ninguém nem provocar ninguém, por isso, apenas os assuntos, sem os evolventes.
Quando se utiliza a palavra "vale", estamos a dar um juízo de valor a um certo objecto/assunto, e julgar nunca pode ser com imparcialidade, pois é qualquer coisa subjectiva, neste mundo não existe tal coisa, mesmo quando pensamos que certas observações ou conclusões são objectivas, isso acontece pela quantidade de sujeitos que partilham da mesma visão, baseada no senso comum, a sociedade aceita "automaticamente" como se fosse o verdadeiro, o mais científico, é como a história do sapo no fundo de fonte (para quem conhece a história, ainda bem, para quem não conhece, ardeu a tenda, vai pesquisar...), concluindo, até porque isto já está demasiado confuso para quem não segue o meu raciocínio, o que por sua vez só existe uma pessoa, que sou eu. Mind Fuck. Enfim... A mensagem que estou a tentar transmitir é que quando nós pensamos que uma certa opinião, conclusão ou whatever é objectiva, nunca é 100% certo que seja na realidade, a quantidade não influência a qualidade, espero que percebam todo o "inception" que escrevi até aqui, senão, paciência.
Agora gostava de focar nalguns assuntos mais específicos que fiz parte e que não posso deixar de partilhar neste tema. Aliás, foram sempre o motor essas situações da vida pessoais que me propulsionou para criação desta "máquina" que é este blog. Por existir essa diferença de juízos de valor na vida de cada um, existe conflitos, existe desilusões, existe soulmate (raramente), existe namorados e existe tudo aquilo que é base da nossa sociedade, relacionamentos. Quando ouves alguém queixar-se "epah não gosto nada daquele gajo, não me consigo dar bem com ele" ou " as raparigas de hoje em dia estão tão desorientadas, isto no meu tempo isto aquilo e aculá", será que temos mesmo direito de julgar o juízo de valor dessas pessoas? só porque diferenciam demasiado ao nosso ou ao padrão da sociedade? Mas isto leva a outras questões que eventualmente gera mais discussões que não é o meu objectivo neste tema, fica para quem estiver interessado neste dilema.
Já passaram muitas pessoas na minha vida que eu gostaría de as guardar numa gaveta para não as perder, e há, claro, outras que mal entram e eu já as quero expulsar, tudo isto acontece sem a mínima (ou talvez sim) percepção delas, exactamente pela divergência na atribuição do valor a muitas coisas no dia a dia, e isto leva, consequentemente, atitudes e decisões inerentes à mesma com que eu entro em desacordo e aí conflitos e desentendimentos que nunca mais acabam, SUPOSTAMENTE, digo supostamente porque sendo como sou, a última e mais feia parte nunca se verifica pois a minha escolha é afastar-me, sair da cena silenciosamente, não é que seja uma atitude por si também correcta, mas desde há muito tempo que mentalizei, e que referi noutros temas, que é esta atitude passiva de não me preocupar com o que os outros pensam/fazem/opinam, somente me interessa o que eu penso/faço/opino. Obviamente não pretendo ser um homem de caverna, isolado de todos, antes pelo contrário, um homem de sociedade, absorvo o que é exterior de mim, apenas não pratico a Terceira Lei de Newton, uma espécie de esponja digamos.
Afastei-me outra vez do assunto que iria falar... Peço desculpa, para quem não quiser aborrecimentos, deveria saltar a parte intermédia do texto, se bem que estar a avisar agora não adianta nada...
Portanto, voltando à questão, são as situações de atitudes e decisões provocadas pela mudança/divergência de valores que me tem causado transtornos e tristezas, a nível académico, pessoal, familiar, laboral essencialmente, raramente felicidades, o que acho um pouco invulgar, são dois pesos da balança que deveria se equilibrar, mas enfim. Tenho aprendido, desta maneira, de lidar com elas, de uma maneira ou outra, tem resultado positivamente para mim, à excepção de alguns assuntos, (pois claro, tem de haver sempre excepções...) apesar das pequenas consequências negativas, eu dou preferência a esta vida que me encontro agora, não compromissos, não há choque de valores, não há resto, basicamente, é isso.
Encontro-me muitas vezes numa dicotomia de valores também, isto porque acho cativante e ao mesmo tempo repugnante não nos valores atribuídos das pessoas (ocasionalmente talvez), mas sim na mudança repentina deles, e é através destes processos que provocam maiores estragos e desastres, o que é que faz com que a pessoa mude do que acredita, no que gosta, e no que a envolve, ao fim ao cabo, pode se tratar de uma crença, naquilo que o orienta, que o indica o caminho a seguir. Os valores dados de uma pessoa revelam tanto a sua natureza como os próprios valores dela, ao mudar, será que a natureza também sofre essa mudança brusca? eu pessoalmente acho impossível de vir acontecer, mas como tudo neste mundo, já presenciamos tantas impossibilidades, nada será impossível.
Podemos sempre julgar o que as pessoas julgam, uma espécie de andar o caminho andado, e por sua vez, mais pessoas podem julgar o que as pessoas julgaram do que outras tinham julgado, e por aí continua a infinidade de julgamentos, a diferença existirá sempre, como tudo em nós, e temos sempre livre direito de fazer juizos que nos apetecer sobre o resto, mas dentro desta rede complexa, o que permanece para sempre é "eu" e "outros", não sou uma excepção, "eu" será sempre o central de confiança, e "outros" objectos de desconfiança e análise, prevalece a opinião própria, desmorona a opinião alheia. Vocês até podem pensar que estou a tentar obter uma imparcialidade a falar de imparcialidade, mas such thing does not exits, é o que eu penso, nesta vida, neste universo.
Ou será tudo uma inception de imparcialidade?!
Peço desculpa por quem me acompanha (se realmente exista alguém que o faça, duvido...) neste "bebé" blog pela ausência prolongada, pois pelos motivos académicos não conseguia disponibilizar o meu já escasso tempo para vir aqui escrever o que vai na minha cabeça. Mas isto não quer dizer que não tenha temas para partilhar aqui, antes pelo contrário, muitas situações e muitos thoughts.
Directo ao assunto, vale o que vale é o título que escolhi para o diário de hoje, e para falar sobre o que vale, queria especificamente focar nalguns assuntos, que entretanto não vão ser tão específicos quanto isso, não tenho intenção chatear ninguém nem provocar ninguém, por isso, apenas os assuntos, sem os evolventes.
Quando se utiliza a palavra "vale", estamos a dar um juízo de valor a um certo objecto/assunto, e julgar nunca pode ser com imparcialidade, pois é qualquer coisa subjectiva, neste mundo não existe tal coisa, mesmo quando pensamos que certas observações ou conclusões são objectivas, isso acontece pela quantidade de sujeitos que partilham da mesma visão, baseada no senso comum, a sociedade aceita "automaticamente" como se fosse o verdadeiro, o mais científico, é como a história do sapo no fundo de fonte (para quem conhece a história, ainda bem, para quem não conhece, ardeu a tenda, vai pesquisar...), concluindo, até porque isto já está demasiado confuso para quem não segue o meu raciocínio, o que por sua vez só existe uma pessoa, que sou eu. Mind Fuck. Enfim... A mensagem que estou a tentar transmitir é que quando nós pensamos que uma certa opinião, conclusão ou whatever é objectiva, nunca é 100% certo que seja na realidade, a quantidade não influência a qualidade, espero que percebam todo o "inception" que escrevi até aqui, senão, paciência.
Agora gostava de focar nalguns assuntos mais específicos que fiz parte e que não posso deixar de partilhar neste tema. Aliás, foram sempre o motor essas situações da vida pessoais que me propulsionou para criação desta "máquina" que é este blog. Por existir essa diferença de juízos de valor na vida de cada um, existe conflitos, existe desilusões, existe soulmate (raramente), existe namorados e existe tudo aquilo que é base da nossa sociedade, relacionamentos. Quando ouves alguém queixar-se "epah não gosto nada daquele gajo, não me consigo dar bem com ele" ou " as raparigas de hoje em dia estão tão desorientadas, isto no meu tempo isto aquilo e aculá", será que temos mesmo direito de julgar o juízo de valor dessas pessoas? só porque diferenciam demasiado ao nosso ou ao padrão da sociedade? Mas isto leva a outras questões que eventualmente gera mais discussões que não é o meu objectivo neste tema, fica para quem estiver interessado neste dilema.
Já passaram muitas pessoas na minha vida que eu gostaría de as guardar numa gaveta para não as perder, e há, claro, outras que mal entram e eu já as quero expulsar, tudo isto acontece sem a mínima (ou talvez sim) percepção delas, exactamente pela divergência na atribuição do valor a muitas coisas no dia a dia, e isto leva, consequentemente, atitudes e decisões inerentes à mesma com que eu entro em desacordo e aí conflitos e desentendimentos que nunca mais acabam, SUPOSTAMENTE, digo supostamente porque sendo como sou, a última e mais feia parte nunca se verifica pois a minha escolha é afastar-me, sair da cena silenciosamente, não é que seja uma atitude por si também correcta, mas desde há muito tempo que mentalizei, e que referi noutros temas, que é esta atitude passiva de não me preocupar com o que os outros pensam/fazem/opinam, somente me interessa o que eu penso/faço/opino. Obviamente não pretendo ser um homem de caverna, isolado de todos, antes pelo contrário, um homem de sociedade, absorvo o que é exterior de mim, apenas não pratico a Terceira Lei de Newton, uma espécie de esponja digamos.
Afastei-me outra vez do assunto que iria falar... Peço desculpa, para quem não quiser aborrecimentos, deveria saltar a parte intermédia do texto, se bem que estar a avisar agora não adianta nada...
Portanto, voltando à questão, são as situações de atitudes e decisões provocadas pela mudança/divergência de valores que me tem causado transtornos e tristezas, a nível académico, pessoal, familiar, laboral essencialmente, raramente felicidades, o que acho um pouco invulgar, são dois pesos da balança que deveria se equilibrar, mas enfim. Tenho aprendido, desta maneira, de lidar com elas, de uma maneira ou outra, tem resultado positivamente para mim, à excepção de alguns assuntos, (pois claro, tem de haver sempre excepções...) apesar das pequenas consequências negativas, eu dou preferência a esta vida que me encontro agora, não compromissos, não há choque de valores, não há resto, basicamente, é isso.
Encontro-me muitas vezes numa dicotomia de valores também, isto porque acho cativante e ao mesmo tempo repugnante não nos valores atribuídos das pessoas (ocasionalmente talvez), mas sim na mudança repentina deles, e é através destes processos que provocam maiores estragos e desastres, o que é que faz com que a pessoa mude do que acredita, no que gosta, e no que a envolve, ao fim ao cabo, pode se tratar de uma crença, naquilo que o orienta, que o indica o caminho a seguir. Os valores dados de uma pessoa revelam tanto a sua natureza como os próprios valores dela, ao mudar, será que a natureza também sofre essa mudança brusca? eu pessoalmente acho impossível de vir acontecer, mas como tudo neste mundo, já presenciamos tantas impossibilidades, nada será impossível.
Podemos sempre julgar o que as pessoas julgam, uma espécie de andar o caminho andado, e por sua vez, mais pessoas podem julgar o que as pessoas julgaram do que outras tinham julgado, e por aí continua a infinidade de julgamentos, a diferença existirá sempre, como tudo em nós, e temos sempre livre direito de fazer juizos que nos apetecer sobre o resto, mas dentro desta rede complexa, o que permanece para sempre é "eu" e "outros", não sou uma excepção, "eu" será sempre o central de confiança, e "outros" objectos de desconfiança e análise, prevalece a opinião própria, desmorona a opinião alheia. Vocês até podem pensar que estou a tentar obter uma imparcialidade a falar de imparcialidade, mas such thing does not exits, é o que eu penso, nesta vida, neste universo.
Ou será tudo uma inception de imparcialidade?!
Até a próxima, "amigos"



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